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Agosto 8, 2008 às 5:49 pm
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Quanto mais nova a criança, mais individual e egocêntrica é a sua brincadeira. “A essa centração da criança nela mesma, Piaget chama de egocêntrica. Não significando com isso uma hipertrofia da consciência do eu, mas simplesmente uma incapacidade momentânea da criança de descentrar-se, isto é, colocar-se em outro ponto de vista que não o próprio”. (Freire, J.B, 1992).
À medida em que a criança interage com os objetos e com os outros, vai construindo relações e conhecimentos a respeito do mundo em que vive, porém, nesta fase, esse conhecimento ainda não é suficiente para que a criança estabeleça relações de grupo.

Essa autocentração é característica nas crianças quando ingressam nas classes de Educação Infantil. Aos poucos, a escola e a família, em conjunto, devem favorecer uma ação de liberdade para essa criança e, desta forma, o processo de socialização se dará gradativamente, através das relações que ela irá estabelecer com seus colegas na escola.
Para que isto ocorra, a criança não deve sentir-se bloqueada, nem tampouco oprimida em seus sentimentos e desejos. Suas diferenças e experiências individuais devem, principalmente na escola, ter um espaço relevante sendo respeitadas nas relações com o adulto e com as outras crianças.
Brincando em grupo as crianças envolvem-se em uma situação imaginária onde cada um poderá exercer papeis diversos aos de sua realidade, além do que, estarão necessariamente submetidas a regras de comportamento e atitude.
A brincadeira e o jogo receberam atenção, também, dos teóricos da vertentes Histórica-Cultural. Segundo Leontiev (1988), é através da atividade lúdica que a criança desenvolve a habilidade de subordinar-se a uma regra. Dominar as regras significa dominar o próprio comportamento, aprendendo a controlá-lo e a subordiná-lo a um propósito definido. (1988,p.139).
O auto-controle interno sobre o conflito, entre seu próprio desejo e a regra da brincadeira, é uma aquisição básica para o nível da ação real da criança e de sua moralidade futura
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Junho 11, 2008 às 6:06 pm
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Notas baixas na escola podem estar ligadas a um sono insuficiente. Um estudo conduzido pela Universidade de Kentucky também relacionou uma noite se dono ruim com graves problemas emocionais e de comportamento, incluindo o TDA/H (Transtorno do deficit de Atenção/Hiperatividade) e a falta de motivação para o estudo.
E, para os pais que querem ajudar os filhos a dormir melhor – o que significa, no mínimo, nove horas de sono por noite, para um adolescente -, um aviso: o computador pode estar relacionado às noites mal dormidas.
A Academia Americana de Medicina do Sono oferece algumas dicas para quem quer ter uma boa noite de sono:
- Siga uma rotina noturna consistente.
- Evite comidas ou bebidas que contém cafeína e medicamentos estimulantes na hora de dormir.
- Não fique acordado a noite inteira estudando para uma prova ou fazendo a lição de casa.
- Mantenha computador e TV fora do quarto.
- Não vá para a cama faminto, mas também não coma muito antes de dormir.
- Evite exercícios físicos pesados seis horas antes de ir dormir.
- Mantenha o quarto quieto, escuro e com uma temperatura fresca.
- Acorde na mesma hora todos os dias.
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Abril 16, 2008 às 5:42 pm
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Concebidas originariamente pelos cursinhos preparatórios para exames vestibulares e hoje utilizadas em grande escala pelas escolas particulares de ensino fundamental e médio, as apostilas estão sendo cada vez mais adotadas pela rede escolar pública de São Paulo. Segundo levantamento realizado pelo Estado, dos 645 municípios paulistas, cerca de 150 vêm comprando material didático das grandes empresas privadas que atuam na área educacional. A previsão das autoridades do setor é de que esse número seja triplicado nos próximos anos. O setor de produção de material didático cresceu tanto que, só em 2007, duas empresas abriram capital na Bolsa de Valores.
Juntas, essas 150 cidades paulistas gastam R$ 100 milhões por ano com a aquisição de material didático e com a contratação de assessoria técnica, como programas de capacitação de professores, portais interativos na internet, sugestões de temas a serem desenvolvidos em sala de aula, sistemas de avaliação de ensino e informações sobre administração escolar. A iniciativa de substituir livros didáticos por apostilas partiu dos municípios de pequeno porte, com até 100 mil habitantes, e já chegou às cidades de médio porte, com 500 mil habitantes. Fora do Estado de São Paulo, outras 150 cidades também já adotaram a mesma política. No total, 690 mil alunos da rede pública usam material preparado por grupos privados.
Ao justificar essa decisão, os secretários municipais de educação alegam que as obras distribuídas pelo Programa Nacional do Livro Didático costumam ser complexas e excessivamente abrangentes. Já o material didático padronizado, preparado pelas empresas privadas do setor educacional, além de incluir os conteúdos mínimos exigidos pela legislação, com fartas ilustrações, sugestões pedagógicas e recomendações didáticas, é fácil de ser utilizado e é bem mais eficiente em termos pedagógicos.
Para os secretários municipais de educação, as apostilas facilitam o trabalho dos professores, permitindo-lhes seguir o conteúdo básico do currículo e, ao mesmo tempo, adaptá-lo à realidade socioeconômica local. Para os estudantes, a vantagem está em poder fazer anotações na apostila e conservá-las definitivamente. ”Antes, as escolas tinham de usar um livro didático para cada dois alunos. E eles não podiam escrever nada, pois o livro teria de ser destinado a outros estudantes no ano seguinte”, diz a professora Miriam Alves da Silva, diretora de escola municipal em Dois Córregos. ”As apostilas são material de base. Com elas, os professores seguem o conteúdo básico, que deve ser expandido depois”, afirma Aparecido Duran Neto, secretário de Educação de Votuporanga, cidade que tem 7 mil alunos matriculados no primeiro ciclo do ensino fundamental da rede pública.
A utilização de apostilas pela rede escolar oficial sempre foi vista com reservas por pedagogos vinculados a universidades públicas. A principal alegação é que as apostilas, apesar de ajudar os professores a definir o plano de aula, limitam sua criatividade e padronizam a educação. ”A adoção desse sistema aplaca ansiedades e inseguranças, mas, do ponto de vista pedagógico, não dá margem para o professor investigar o que os alunos sabem e atropela o processo de construção do conhecimento”, diz Silvia Colello, da Faculdade de Educação da USP. Esse sistema ”pode ser uma ferramenta útil, mas, se for usado sozinho, engessa e trabalha alunos diferentes como iguais”, afirma Ângela Solego, da Faculdade de Educação da Unicamp.
Os resultados dos diferentes sistemas de avaliação do ensino básico, contudo, mostram justamente o contrário. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), por exemplo, que é o indicador oficial mais importante do País, revela que, das 10 cidades de São Paulo com melhor pontuação, 7 utilizam apostilas. Também usam apostilas as 3 cidades paulistas que aparecem em recente relatório da Unicef sobre os 37 municípios com os melhores exemplos de escolas públicas bem-sucedidas.
Desde que tenham qualidade e sejam feitas por especialistas, apostilas preparadas por empresas privadas do setor educacional podem ser uma eficiente ferramenta pedagógica. E com a vantagem de que seu uso não é incompatível com os livros didáticos e outros materiais de ensino.
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Em SP, 150 municípios adotam apostilas em escolas.
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Abril 14, 2008 às 8:27 pm
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Pelo menos 150 municípios de São Paulo contratam sistemas apostilados privados para as escolas públicas de suas redes, o que representa 23% das 645 cidades paulistas. Há ainda outros 150 municípios no País com esse tipo de contrato, totalizando 300. O levantamento foi feito pelo jornal O Estado de S. Paulo com informações fornecidas por sete das maiores empresas que atuam na área, entre elas Objetivo, COC e Positivo.
No Brasil, são 690 mil alunos da educação infantil e fundamental de escolas públicas usando materiais de grupos particulares. A entrada dos chamados sistemas de ensino no setor público é recente. Eles têm crescido nos últimos anos, chegando a triplicar o total de cidades atendidas. Fica claro o predomínio da modalidade em São Paulo, apesar de nem todos os grupos serem do Estado.
As cidades gastam juntas, no mínimo, R$ 100 milhões por ano para receberem material didático e uma assessoria, que inclui capacitação de professores, portais interativos, avaliações e ajuda na gestão escolar. Esse pacote – que vai além da apostila dividida por bimestres e atividades programadas – é o diferencial apontado por quem defende os sistemas de ensino. Ele se contrapõe ao livro didático, muitas vezes considerado abrangente demais e complexo.
A opção das prefeituras é polêmica. As mesmo tempo em que recebem questionamentos de educadores por adotar um sistema que levaria à padronização do ensino, as redes públicas apostiladas têm obtido resultados positivos em avaliações do Ministério da Educação (MEC). Das dez cidades de São Paulo com o melhor Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), sete usam materiais apostilados.
O Ideb é hoje o indicador oficial mais importante da educação brasileira e leva em conta rendimento dos alunos em exames nacionais, taxa de repetência e evasão escolar. Das dez piores no ranking do Estado, nenhuma tem contrato com sistemas de ensino privados. ?Temos renovado os contratos porque os professores pedem. Eles acham que melhorou o trabalho em sala de aula e não querem mais usar o livro didático?, diz o prefeito de Dois Córregos, na região de Bauru, Luiz Antonio Nais. A cidade é a quarta colocada no ranking paulista das melhores redes.
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Março 19, 2008 às 2:54 pm
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Janeiro 10, 2008 às 3:10 am
· Arquivado em Uncategorized ·Tagged Bolsa Família
Pesquisa realizada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) concluiu que o Programa Bolsa Família tem pouco impacto positivo na saúde das crianças de famílias que recebem o benefício. De acordo com os autores do estudo o programa aumenta a procura por serviços de educação e saúde, por causa das exigências de que os pais mantenham os filhos na escola, e consequentemente. cumpram o calendário de vacinação infantil e, no caso de mulheres grávidas, façam exames pré-natal.
“A bolsa família foi reinventada pelo governo Lula, mas antigamente o bolsa escola se prestava ao mesmo fim, em várias cidades e estados – retirar pessoas de situações de risco, mas hoje, ela simplesmente mantém uma cota de dinheiro por mês, sem fiscalizar e acompanhar as famílias cadastradas”, avalia o vice-líder dos Democratas na Câmara, deputado Guilherme Campos (SP).
O deputado afirma que o estudo reforça a visão dos Democratas sobre a aplicação do programa. Para ele, os dados da pesquisa enfatizam a necessidade de ampliar o acesso à saúde e a educação de qualidade. “Quem recebe bolsa família não tem preferência no serviço público de saúde. Toda a população de baixa renda, dentre eles, quem está no bolsa família, tem o mesmo tipo de atendimento: precário e ineficiente em todos os aspectos – da prevenção de doenças (vacinação ) ao tratamento nos hospitais”, lembra Campos.
Na pesquisa, os autores concluem que a cobertura de saúde para as famílias beneficiárias não é universal, como eles pensavam. Os números mostraram também que, embora o programa aumente a freqüência escolar, por exigir que as crianças freqüentem a escola, o índice de repetição dentre as atendidas é maior que aquelas que estão fora do Bolsa Família.
“O bolsa família não ajuda a melhorar a saúde e a educação. O estudo reitera que este programa, neste modelo atual, é só um caminho que o governo escolheu para trazer a população mais pobre para perto do presidente Lula, sem gerar mudanças profundamente significativas na vida das pessoas. Assim, os atendidos pelo programa têm ‘a falsa idéia’ de que: basta ter comida em casa, quando o correto seria gerar expectativa de crescimento. Se isso acontecesse, integrado à políticas educacionais, os resultados seriam melhores”, pondera.
O estudo comparou programas de transferência de renda de vários países. No Brasil o volume de dinheiro aplicado é maior que em todos os outros, ou seja, mais pessoas recebem a bolsa, mas, em termos de qualidade e resultados, o modelo brasileiro apresenta pior desempenho que os programas do Chile (Chile Solidário) e México (Oportunidades). “A Bolsa Família de Lula gera conformismo – num formato populista – que só mantém pessoas dependentes e incapazes de crescer”, finaliza Campos.
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Outubro 31, 2007 às 2:07 pm
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Chegou um monte de email aqui falando que adorou o site do Eucação 24 Horas ( www.educacao24horas.com.br?origem=wp ) que eu recomendei e reclamando que o Blog tá meio bagunçado. Vocês estão com a razão. Prometo que irei organizar todas as matérias que tenho aqui.


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Outubro 19, 2007 às 7:44 pm
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Estava navegando no www.educacao24horas.com.br e lá ba biblioteca deles achei uma matéria interessante de um site.
Além de poder ver professor particular online, ter ajuda com vestibular e dicas de educação infantil, ainda tem a biblioteca pra achar matérias interessantes como essa que coloco abaixo
Educação infantil
www.educacao24horas.com.br – Educação Infantil, Professor Particular, Vestibular, ENEM, tudo relacionado a Educação está aqui
(Redirecionado de Educação Infantil)
Ir para: navegação, pesquisa
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Considera-se como Educação infantil, o período de vida escolar em que se atende, pedagogicamente, crianças com idade entre 0 e 6 anos (Brasil).
No Brasil, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional chama o equipamento educacional que atende crianças de 0 a 3 anos de CRECHE. O equipamento educacional que atende crianças de 4 a 6 anos se chama PRÉ-ESCOLA.
Recentes medidas legais modificaram o atendimento das crianças PRÉ-ESCOLA, pois alunos com seis anos de idade devem obrigatoriamente estar matriculados no primeiro ano do Ensino Fundamental.
Os dispositivos legais que estabeleceram as modificações citadas são os seguintes:
* Projeto de Lei nº 144/2005, aprovado pelo Senado em 25 de janeiro de 2006, que estabelece a duração mínima de 9 (nove) anos para o ensino fundamental, com matrícula obrigatória a partir dos 6 (seis) anos de idade.
Essa medida deverá ser implantada até 2010 pelos Municípios, Estados e Distrito Federal.
Durante esse período os sistemas de ensino terão prazo para adaptar-se ao novo modelo de pré-escolas, que agora passarão a atender crianças de 4 e 5 anos de idade.
* E, a Lei n° 11.274 sancionada pelo Presidente da República em 6 de fevereiro de 2002 que regulamenta o Ensino Fundamental de 9 anos.
As crianças são estimuladas através de atividades lúdicas e jogos, a exercitar suas capacidades, fazer descobertas, e iniciar o processo de letramento.
[editar] Origem da Educação Infantil no mundo
Podemos citar de forma introdutória o trabalho de Maria Montessori.
O modo de lidar com as crianças na idade média era baseado em alguns costumes herdados da Antigüidade. O papel das crianças era definido pelo pai. Os direitos do pai no mundo grego que o pai, além de incluir total controle sobre o filho, incluía também de tirar-lhe a vida, caso o rejeitasse. No mundo germânico, além do poder do pai exercido no seio da família, existia o poder patriarcal, exercido pela dominação política e social. Nas sociedades antigas, o status da criança era nulo. Sua existência no meio social dependia totalmente da vontade do pai, podendo, no caso das deficientes e das meninas, ser mandadas para prostíbulos em lugar de serem mortas, em outros casos, (as pobres) eram abandonadas ou vendidas. Com a ascensão do cristianismo, o modo de lidar com as crianças mudou, apesar da mudança ter sido um processo lento.
[editar] A origem da Educação Infantil no Brasil
O atendimento às crianças de 0 a 6 anos em instituições especializadas tem origem com as mudanças sociais e econômicas, causadas pelas revoluções industriais no mundo todo. Neste momento as mulheres deixaram seus lares por um período, onde eram cumpridoras de seus afazeres de criação dos filhos e os deveres domésticos, cuidando do marido e família, para entrarem no mercado de trabalho . Atrelado a este fato, sob pressão dos trabalhadores urbanos, que viam nas creches um direito, seus e de seus filhos, por melhores condições de vida, deu-se início ao atendimento da educação infantil (termo atual referente ao atendimento de crianças de 0 a 6 anos) no Brasil.
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