Arquivo para Março, 2008
Março 31, 2008 às 5:44 pm
· Arquivado em educação Infantil ·Tagged alfabetização, bolsa de estudo, bolsas de estudo, criança, criança e adolescente, crianças, desenvolvimento da criança, educação, educação brasileira, educação Infantil, educacao a distancia, educacao sp, ensino fundamental, ensino fundamental e médio, escola publica, escolaridade, escolas, escolas publicas, estado brasileiro, estados brasileiros, estuda, estudantes, estudo, estudos, estudos no sudeste, IBGE, jogos de criança, jogos para criança, MEC, merenda, merenda gratuita, ministério da educação, nordeste, norte, região, região nordeste, região sudeste, região sul, rigião norte, secretaria de educacao, sudeste, sul, www educacao
A região Sudeste é a única do país em que a maioria das crianças permanece na escola além do tempo mínimo exigido por lei: 72% dos alunos dos ensinos fundamental e médio nessa região têm mais de quatro horas de aula por dia, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Os dados referentes à educação brasileira em 2006 divulgados sexta-feira (28) trazem o Norte na outra ponta do ranking de tempo de na escola. Na região, a maioria dos alunos de ensino fundamental (80,4%) tem apenas quatro horas de aulas; no médio, o percentual de alunos que têm o “mínimo” é de 59,6%.
Na região Sul, que normalmente têm os melhores indicadores socioeconômicos do país, 78,7% dos alunos de nível fundamental e 70,4% de médio tem apenas a carga mínima de aulas.
O estudo divide as regiões em dois grupos (um, dos Estados e regiões que oferecem quatro horas de aula diárias, e outro, em que as crianças estudam mais), mas não especifica a quantidade de horas que os alunos passam nas escolas.
Nos Estados Unidos e na Europa, a maior parte das crianças têm pelo menos seis horas de aula por dia.
Merenda
A oferta de merenda gratuita nas escolas públicas também varia no país. O Nordeste é a região que menos distribui merenda: 10,1% dos alunos de escolas públicas não recebem refeições.
No Sudeste, região em que a entrega de merendas é mais comum, o benefício não é recebido por 6% dos alunos.
Analisados por níveis de escolaridade, os estudantes de ensino médio são os que têm menos acesso à merenda. As refeições são entregues, na média nacional, a 48% dos alunos dessa faixa de ensino e a 85,6% do fundamental.
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Março 28, 2008 às 6:53 pm
· Arquivado em educação ·Tagged adolescente, adolescentes, alfabetização, alfabetizar, amigos da escola, berçario, bolsa de estudo, bolsa escola, bolsas de estudo, brinquedos, colégio, criança, crianças, educação, educação Infantil, educacao a distancia, educacao gov, educacao sp, ensino fundamental, ensino médio, ensino superior, escola, escola de educação infantil, escola infantil, escola publica, escola tecnica, escola virtual, escolas particulares, estudante, estudantes, estudar, estudo, IBGE, jogos para criança, pública, pré-escola, rede pública, secretaria de educacao, www educacao, www educacao sp gov
O número de crianças e adolescentes na escola aumentou em 2006, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), na comparação com o levantamento feito em 2004. Da população de zero a 17 anos de idade de todo o Brasil, 75,8% estavam na escola ou creche em 2006. Dois anos antes, esse índice não passava de 73,8%. Ou seja, dos 59 milhões de crianças e adolescentes, 45 milhões iam à escola em 2006.
Isso significa que cerca de 14 milhões de crianças e adolescentes de zero a 17 anos de idade não estavam estudando em 2006. Desse contingente, 82,4% tinham de zero a 6 anos de idade, 4,6% de 7 a 14 anos, e 13%,de 15 a 17 anos.
O IBGE assinala que o grupo etário que deveria estar matriculado no ensino fundamental — de 7 a 14 anos– teve o percentual de evasão recuado, já que em 2004 chegava a 5,1% das crianças e adolescentes desta faixa etária.
As crianças de zero a 3 anos que freqüentavam creche representaram 15,5% do total desta faixa etária, ante 13,4% verificados em 2004.
O IBGE aponta ainda que 70,5% das crianças de 4 a 6 anos freqüentavam a escola, 5,5 pontos percentuais acima do constatado em 2004. Entre a população de 15 a 17 anos, 81,9% do total vão com freqüência à escola.
A pesquisa avaliou que 37,2% das crianças de zero a 6 anos estavam fora da escola ou creche por vontade própria ou de pais ou responsáveis. Entre outros motivos alegados, estavam dificuldades de acesso à instituição de ensino, inexistência de escola ou creche perto de casa e falta de vaga. A falta de transporte escolar foi o motivo alegado por 3% dos entrevistados.
Entre a população de zero a 17 anos de idade que freqüentavam a escola, 83,6% estavam na rede pública. A pesquisa constatou que, à medida em que o rendimento da família do estudante aumenta, menor é proporção de matriculados na rede pública.
O IBGE indica que 97,8% dos estudantes que residem em domicílios com renda per capita de até meio salário mínimo estão inscritos na rede pública, no ensino fundamental, e 96,9% no ensino médio. Ao todo, 87,8% dos estudantes que estão no ensino fundamental estão na rede pública. No ensino médio, 80,4% dos estudantes são da rede pública.
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Março 27, 2008 às 3:24 pm
· Arquivado em educação Infantil ·Tagged 1a série, 37 municípios, 4a série, amigos da escola, avaliação, área do ensino, berçario, bolsa de estudo, bolsa escola, bolsas de estudo, Brasil, campanha de vacinação, colégio, colégios, criança, crianças, educação, educação de baixa qualidade, educação Infantil, ensina, ensino, ensino de resultado, ensino fundamental, ensino público, escola, escola brasileira, escola de educação infantil, escola infantil, escola particular, escola publica, escola tecnica, escola virtual, escolas, escolas particulares, escolinha, estudo, formação, infantil, MEC, municípios, pobreza, pré-escola, rede pública escolar, Redes de Aprendizagem, São Paulo, trabalho de escola, UNICEF, Vale do Ribeira
Vamos pedir emprestado o slogan das campanhas de vacinação contra a poliomielite para comentar um evento auspicioso na área do ensino. “A gota que salva”, neste caso, é representada pelos 37 municípios brasileiros – ou 0,66% do total de 5.564 – onde a rede pública escolar efetivamente ensina e os alunos efetivamente aprendem, conforme estudo concluído no fim do ano passado e divulgado ontem. E a gota salva porque nenhum dos 10 ingredientes desta receita de sucesso é misterioso ou inacessível a ponto de impedir que ela seja aplicada em tantas quantas cidades onde haja a disposição de fazê-lo. Além disso, aqueles municípios estão longe de ter indicadores socioeconômicos de que a sua população se possa orgulhar. Confirmando a experiência estrangeira, tampouco no Brasil existe uma relação direta e fatal entre pobreza e educação de baixa qualidade. Por exemplo, Sete Barras, uma das três cidades paulistas arroladas, é uma das mais pobres da região mais pobre de São Paulo: o Vale do Ribeira.
A avaliação – uma parceria entre o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, do MEC, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação – é a primeira em muito tempo a oferecer informações minimamente alentadoras sobre o que se passa na escola brasileira. Ainda no domingo este jornal publicou em primeira mão os dados acabrunhantes de uma pesquisa do governo, segundo a qual nada menos de 1/3 das crianças matriculadas na 4ª série do ensino fundamental não sabe nem sequer o que se espera que saibam os alunos ao fim da 1ª série. A rigor, o que separa essas crianças das que têm o privilégio, por assim dizer, de estudar em qualquer daqueles 37 municípios é apenas o seguinte: estas últimas, ao concluir o equivalente ao antigo curso primário, aprenderam o que precisavam aprender – se não mais.
Isso porque ali se adotou o que o levantamento intitulado Redes de Aprendizagem denomina “boas práticas de municípios que garantem o direito de aprender”. Trata-se de “coisas simples”, assinala a secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda. Nunca será demais reproduzi-las: 1) gestão para a aprendizagem, isto é, organizar a escola com o objetivo de chegar a um “ensino de resultados”, que consiste em fazer com que o aluno aprenda; 2) prática de rede, que vem a ser a integração de todas as escolas do município em um mesmo método de trabalho; 3) planejamento, que envolve, obrigatoriamente, os pais dos alunos; 4) avaliações; 5) valorização dos professores; 6) investir na formação contínua dos docentes; 7) valorização da leitura;
atenção individual aos alunos; 9) agenda de atividades complementares; e 10) parcerias envolvendo áreas da saúde, esporte, cultura e assistência social. Dez obviedades ululantes, portanto, cuja observação depende apenas de competência e dedicação.
É comovedora a atitude dos educadores das 37 cidades-exemplo diante dos desafios do ofício. “A gente não deixa nenhum aluno para trás”, diz um professor de Marilena, no Paraná. “Os professores insistem, insistem, até a gente aprender”, conta um estudante de Guaramirim, em Santa Catarina. “Aqui tudo é pedagógico”, ensina um profissional de João Monlevade, em Minas Gerais. “A aula é prazerosa. Educação é movimento”, rejubila-se uma professora de Carmo do Rio Verde, em Goiás. “Aqui não tem invenção. É giz e lousa, mas tudo está organizado”, relata uma diretora de escola no citado município paulista de Sete Barras. “Não tem segredo nenhum aqui. Fazemos o que toda escola deve fazer”, reitera uma coordenadora de ensino daquela cidade. Tendo recebido com antecedência o levantamento, os jornais puderam publicar ontem o que os seus repórteres apuraram nos municípios que visitaram. O resultado é muito interessante.
Permite verificar a diversidade de iniciativas, em cada localidade, para levar adiante essa ou aquela das 10 práticas afinal selecionadas pelo estudo para fundamentar o seu modelo de ensino que dá certo. A imaginação e a capacidade dos educadores de tirar o máximo proveito dos quase sempre escassos recursos disponíveis não apenas resolvem problemas: funcionam como novos incentivos para a comunidade escolar. Como diz um entrevistado, “ninguém se deixa imobilizar pelas dificuldades”.
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Março 24, 2008 às 7:43 pm
· Arquivado em educação Infantil ·Tagged 4a série do ensino fundamental, 8 anos, 8 anos de idade, alfabetização, alunos, alunos até 8 anos de idade, avaliação, avaliação nacional, cinco níveis de aprendizado, criança, crianças, crianças em fase de alfabetização, educação, educação Infantil, ensino basico, ensino fundamental, ensino médio, escala de avaliação, escolas, exame, fase de alfabetização, MEC, ministério da educação, PDE, Plano de Desenvolvimento da Educação, Provinha Brasil, redes de ensino, Saeb, secretários de educação, Sistema de Avaliação da Educação Básica
Estados e municípios começarão a receber na próxima semana o material para realizar a Provinha Brasil, a primeira avaliação nacional para crianças em fase de alfabetização. Esse será o primeiro passo para verificar se as redes de ensino estão cumprindo uma das principais metas do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE): alfabetizar todos os seus alunos até os oito anos de idade.
Ao contrário das avaliações feitas até hoje, a Provinha já chegará às mãos dos secretários de Educação com uma escala de avaliação, com cinco níveis de aprendizado, estabelecidas a partir do número de acertos em cada prova. É a partir do nível quatro que o aluno está dentro do esperado. A expectativa dentro do Ministério da Educação (MEC), no entanto, é que a grande maioria esteja abaixo.
Dos estudantes de 4ª série do ensino fundamental, 71% não atingiram a pontuação indicada como ideal pelo ministério no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), conforme mostrou reportagem do Estado ontem. Além disso, um terço deles não sabia nem sequer o que deveria ter aprendido ao fim do 1º ano. “Há escolas que certamente vão ultrapassar esse limite. Mas nossa expectativa é que os resultados não sejam muito bons”, acredita o presidente do Instituto Nacional de Estatísticas e Pesquisa Educacionais (Inep), Reynaldo Fernandes.
A Provinha será usada pelas redes e os resultados não terão que ser, necessariamente, repassados ao MEC. “É um instrumento para escolas e redes fazerem o seu próprio diagnóstico, o que as crianças estão ou não aprendendo”, afirma Reynaldo. Para fazer o seu controle, o MEC fará anualmente a sua própria avaliação, com uma amostra estatística controlada, que servirá para dizer como está cada Estado, região e o País.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
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Março 21, 2008 às 2:36 pm
· Arquivado em educação ·Tagged 2007, bibliotecas, bibliotecas fechadas, educação, educação Infantil, educadores, ensino basico, ensino integral, ensino médio, ensino particular, ensino público, escola tempo integral, escolas, escolas período integral, escolas período matutino, escolas período vespertino, geraldo alckmin, matemática, português, professores, saresp
Mais tempo na escola não resultou em melhores notas dos estudantes na rede estadual de São Paulo.
Levantamento realizado pela Folha com base nos dados do Saresp 2007 (exame aplicado pelo governo paulista) mostra que, das 60 escolas com período integral na capital, apenas quatro tiveram notas superiores às médias das demais unidades de suas regiões.
Esses resultados referem-se à prova de matemática de 4ª e 8ª séries. O panorama foi semelhante em língua portuguesa.
Conforme a reportagem, o programa Escola de Tempo Integral foi lançado no início de 2006 pelo então governador Geraldo Alckmin (PSDB) e elevou a jornada diária de cinco para nove horas. Ele é elogiado pelos educadores, porém é criticado pela forma como foi implementado. A principal reclamação é a de que não houve planejamento para as atividades extras nem uma melhoria da estrutura física das escolas.
“Esse resultado no Saresp não é uma surpresa. Os alunos ficam mais tempo nas escolas, mas sem atividades articuladas com as disciplinas”, disse o presidente da Udemo (sindicato dos especialistas da rede estadual), Luiz Gonzaga Pinto. Já para o presidente da Apeoesp (sindicato dos professores), Carlos Ramiro de Castro, as dificuldades refletem problemas da rede. “Há, por exemplo, falta de recursos humanos. Além disso, 70% das bibliotecas estão fechadas. Como deixar as crianças na escola o dia todo nessas condições?” disse.
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Março 19, 2008 às 2:54 pm
· Arquivado em Uncategorized ·Tagged educação Infantil, escola de educação infantil, escolas de educaçao infantil, historia da educaçao infantil, educaçao fisica infantil, escola educacao infantil, musica na educaçao infantil, matematica na educaçao infantil, ludico na educaçao infantil, centro de educacao infantil, avaliaçao na educaçao infantil, professor de educaçao infantil, educaçao infantil no brasil, referencial curricular nacional para educaçao infantil, jogos na educaçao infantil, o ludico na educaçao infantil, arte na educaçao infantil, projetos educaçao infantil, brincar na educaçao infantil, atividades para educaçao infantil, brincadeiras na educaçao infantil, referencial curricular nacional para a educaçao infant, psicomotricidade na educaçao infantil, escolas educaçao infantil, leitura na educaçao infantil, projetos para educaçao infantil, projeto educaçao infantil, projeto de educaçao infantil, educaçao fisica na educaçao infantil, a educacao infantil, projetos na educaçao infantil, artes na educaçao infantil, projetos de educaçao infantil, matematica educaçao infantil, atividades educacao infantil, educacao infantil curitiba, plano de aula educaçao infantil, pcn educaçao infantil, informatica na educaçao infantil, historico da educaçao infantil, o brincar na educaçao infantil, professor educacao infantil, alfabetizaçao na educaçao infantil, educacao infantil sao paulo, importancia da educaçao infantil, plano de aula para educaçao infantil, objetivos da educacao infantil, aprendizagem na educaçao infantil, avaliaçao educaçao infantil, importancia da musica na educaçao infantil, teatro na educaçao infantil, revista educaçao infantil, ciencias na educaçao infantil, atividades de educaçao infantil, a importancia da musica na educaçao infantil, referencial curricular da educaçao infantil, a importancia da educaçao infantil, afetividade na educaçao infantil, movimento na educaçao infantil, literatura na educaçao infantil, brincadeira na educacao infantil, livros de educaçao infantil, curso de educaçao infantil, revista de educaçao infantil, ldb educaçao infantil, o que é educaçao infantil, sites de educaçao infantil, sexualidade na educaçao infantil, a importancia do brincar na educaçao infantil, a musica na educaçao infantil, artes visuais na educaçao infantil, atividades na educaçao infantil, atividades para a educaçao infantil, brincadeiras para educaçao infantil, concurso educacao infantil, dia das maes educaçao infantil, diretrizes curriculares nacionais para a educacao infan, diretrizes curriculares nacionais para educaçao infant, educaçao infantil maternal, escrita na educaçao infantil, fazeres na educaçao infantil, folclore educaçao infantil, folclore na educaçao infantil, fundamentos da educaçao infantil, higiene na educaçao infantil, historia da educaçao infantil no brasil, jogos para educaçao infantil, limites na educaçao infantil, livro os fazeres na educaçao infantil, organizacao das turmas de educacao infantil, organizacao das turmas de educacao infantil por faixa e, os fazeres na educacao infantil, pascoa educaçao infantil, pascoa na educaçao infantil, planejamento educaçao infantil, projeto na educaçao infantil, projeto para educaçao infantil, projetos escolares educaçao infantil, resumo do livro os fazeres na educaçao infantil, revistas de educaçao infantil, rotina na educaçao infantil
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Março 17, 2008 às 4:44 pm
· Arquivado em educação Infantil ·Tagged educação Infantil, criança, crianças, histórias infantis, desenhos animados, desenhos infantis, desenho infantil, desenho animado, diversão, diversão para crianças, pernalonga, disney, desenhos da disney, scooby doo, flingstones, meninas superpoderosas, powerpuff girls, simpsons, os simpsons, bob esponja, discovery kids, desenhos clássicos, pixar, tom e jerry, desenho violento, fantasia, humor, fantasia e humor, humor infantil, herói, herói infantil, os incriveis
Os desenhos animados, assim como as histórias infantis, fascinam as crianças porque traduzem para elas diferentes visões de mundo, conhecimento e diversão. Também ajudam a trabalhar seus medos e frustrações. Auxiliam a perceber valores positivos e negativos, e tudo isso envolvido em um formato extremamente divertido. É importante frisar que as crianças são “educadas” pelos desenhos animados antes mesmo de serem alfabetizadas. Esse é apenas um dos motivos que indicam a importância de incentivar a animação brasileira nos meios de comunicação, principalmente nas televisões.
A televisão aberta exibe hoje uma diversidade muito grande de desenhos. São apresentados clássicos como Pernalonga, os desenhos da Disney, Flintstones, Scooby Doo, Jetsons, Pantera Cor-de-Rosa e também desenhos com uma roupagem mais moderna, como por exemplo, Bob Esponja, Meninas Superpoderosas e Os Simpsons. Os temas são diversos e só poderiam ser analisados especificamente; porém, de maneira geral podemos dizer que cada desenho traduz a época e os valores sociais de seu período de produção.
Os clássicos são sempre interessantes. Os Flintstones representam a figura paterna e a materna, relações de vizinhança e amizade, crianças, relações de trabalho, coisas típicas do universo masculino e feminino sempre num tratamento leve e com bom humor. Mostra-nos o modo americano de vida, mas é uma boa animação. A Pantera Cor-de-Rosa é divertida, extremamente elegante e diferente, pois não possui nenhum diálogo. Os desenhos do Pernalonga e da Disney são sempre atraentes e encantadores. Na atualidade, para quem tem crianças pequenas e possui acesso aos canais fechados de televisão, recomendo o Discovery Kids, pois suas animações são divertidas, interessantes e fogem da violência comumente observada nos desenhos da televisão aberta.
Quando criança, eu gostava de todos os clássicos. Hoje em dia gosto muito da produção da Pixar, no caso dos longas-metragens, e procuro acompanhar a produção da animação nacional presente nos festivais de cinema e vídeo pelo País.
Em geral, os produtores não estão muito preocupados em criar histórias com mensagens educativas às crianças. As histórias difundem valores e, embora isso possa até ser feito de modo pedagógico, isso não implica uma transmissão de mensagem educativa. A animação é um negócio lucrativo e sua relação é mais ligada ao entretenimento e à diversão. Agora, atualmente tem aumentado o número de animações direcionadas para jogos educativos e sites da internet que procuram aliar educação e diversão. Acredito que, no futuro, a educação à distância será ampliada e as escolas devem aumentar a utilização dos multimeios, integrando cada vez mais a necessidade de transmissão de conhecimento com a animação, de forma prazerosa.
É preciso diferenciar o significado e o sentido da violência presente nas animações. Quando se assiste a um Tom e Jerry, por exemplo, pode-se pensar, de forma errada, que se trata de um desenho violento, pois há diversas cenas onde o rato e o gato se agridem. Porém, quando o Tom pega uma frigideira e bate repetidamente na cabeça do Jerry e a frigideira adquire o formato do rato a cada batida, isso possui um efeito de diversão. A violência, aqui, é uma ferramenta para o exercício da fantasia e do humor. Daí a não percepção disso como sendo necessariamente uma violência. Essa utilização é muito comum nos desenhos clássicos e bem diversa daquela onde se utiliza a força bruta apenas como instrumento de poder.
Já outros desenhos trazem lutas brutais, cenas até de tortura sob o pretexto de o vilão conquistar o mundo ou algum bem material e isso é a justificativa para utilização da violência tanto por mocinhos quanto por bandidos. Esse tipo de argumento não acontece só nas animações. Nos filmes de ficção isso ocorre com grande freqüência.
Qual o último filme americano que você viu que não tinha a figura do “herói”? Qual o “herói” de filme americano que não recorreu à força bruta para atingir seus objetivos? A força bruta é utilizada como fórmula de resolução dos problemas. Talvez o “sucesso” das animações com cenas de luta e violência se expliquem pelo mesmo motivo do “sucesso” dos filmes com atores de carne e osso. Há um exagero da violência que encanta o público criando um ciclo vicioso. Talvez isso tenha contaminado as animações.
Quando fez “Os incríveis”, a Pixar colocou uma cena de tortura no filme sem a menor necessidade. Num momento da história, o Sr. Incrível está imobilizado pelo Síndrome e, quando ele descobre que sua família está chegando à ilha onde ele se encontra preso, ele se revolta e recebe uma descarga elétrica (choque) como resposta do vilão. Ora, ele já estava imobilizado, não conseguia se libertar das correntes. A descarga elétrica naquele momento foi pura maldade, não mudou em nada o andamento da história.
Por Ítalo Cajueiro*
*Desde criança, Ítalo Cajueiro sempre sonhou em trabalhar com animação. Em 1997 trabalhou em uma produtora de Brasília que estava finalizando dois desenhos animados da Turma da Mônica. Quando terminou esse trabalho, associou-se a um amigo, o Elvis Kleber, e produziram o curta-metragem de animação “O Lobisomem e o Coronel”. Este filme já conquistou 23 prêmios em festivais do Brasil, inclusive o prêmio do Anima Mundi de melhor filme do festival nas etapas do Rio de Janeiro e São Paulo. Depois realizou o filme “A moça que dançou depois de morta”, que conquistou 17 prêmios em festivais de cinema. Hoje sonha em continuar produzindo filmes associados a temas brasileiros.
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Março 14, 2008 às 3:23 pm
· Arquivado em educação Infantil ·Tagged alunos carentes, alunos da rede pública, aprender, aprender novas informações, aprendizado, assistência social, boas escolas, bonus, desenvolvimento, desenvolvimento do cérebro, diploma universitário, educação, educação Infantil, educadores, educar, ensino basico, ensino fundamental, ensino médio, escolas fracas, estudantes de escolas públicas, estudar, infância, performance escolar, pobreza, programa de leitura, ProUni, questões biológicas, questões socioeconômicas, rede pública, sala de aula, vocabulário
A relação entre pobreza e aprendizado é conhecida, mas os cientistas ainda tentam explicar como isso ocorre.
por. Estado de São Paulo
BOSTON, EUA – Crianças criadas em condições de pobreza têm mais dificuldade para aprender, não só por questões socioeconômicas, mas também biológicas. Pesquisas realizadas nos últimos anos comprovam que a pobreza tem impacto direto no desenvolvimento do cérebro, justamente no período mais crítico da infância, deixando seqüelas neurológicas que diminuem a capacidade de aprendizado e que podem durar para a vida toda.
Em países onde a pobreza é disseminada, como o Brasil, as pesquisas trazem implicações importantes para a avaliação de performance escolar e para políticas de inclusão voltadas para alunos de baixa renda, como o sistema de cotas e o Programa Universidade para Todos (ProUni). Pelo que estão descobrindo os neurobiólogos, o fraco desempenho dos alunos da rede pública tem raízes que vão muito além do que acontece na sala de aula.
Os resultados dessa relação entre pobreza e aprendizado já são bem conhecidos dos educadores, mas os cientistas ainda estão longe de explicar como isso ocorre biologicamente. Ou, nas palavras do pesquisador Jack Shonkoff, da Universidade Harvard, “como é que a pobreza consegue atravessar a pele e chegar ao cérebro”.
Uma explicação simples seria dizer que crianças pobres freqüentam escolas piores, têm menos acesso a informação e cultura, portanto é natural que aprendam menos do que as outras, mais privilegiadas.
Nesse caso, é fácil jogar a culpa nos professores ou na falta de dedicação dos próprios alunos. Porém, segundo os cientistas, é preciso considerar também que esses alunos já entram no sistema em desvantagem, por mais dedicados que sejam.
A capacidade do ser humano de memorizar, lembrar e aprender novas informações depende de uma constante reconfiguração de sinapses – as ligações entre um neurônio e outro, através das quais são transmitidas e armazenadas as informações no cérebro. A maior parte dos neurônios são formados “in utero”, durante o desenvolvimento embrionário e fetal, mas a planta básica de conectividade dessas células só é estabelecida nos primeiros anos de vida, à medida que a criança aprende a falar e raciocinar.
Numa situação de pobreza, em que há menos estímulos, piores condições de saúde, má nutrição, maior exposição a substâncias tóxicas, abuso e outras dificuldades domésticas, esse desenvolvimento primordial do cérebro pode ser prejudicado. “Uma vez que esses circuitos são fechados, não dá para voltar atrás e reconfigurar o sistema. A criança vai viver com os circuitos defeituosos para sempre”, afirma Shonkoff, diretor-fundador do Centro sobre Desenvolvimento Infantil de Harvard.
O assunto foi tema de um simpósio da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) na semana passada, em Boston.
“Não há dúvida de que ser pobre é ruim para o cérebro”, disse a organizadora do debate, Martha Farah, da Universidade da Pensilvânia. “Os efeitos sobre a criança são significativos; não se trata de uma mera curiosidade científica.”
Estudos mostram, por exemplo, que crianças de três anos de idade cujos pais possuem diploma universitário têm um vocabulário três vezes maior do que crianças cujos pais não completaram o ensino básico. “Com dois anos você já pode notar a diferença”, disse Shonkoff. Mesmo entre ratos de laboratório, filhotes que recebem menos lambidas e carícias de suas mães após situações de estresse saem-se pior em testes de memória e aprendizado.
Segundo Martha, isso cria um círculo vicioso pelo qual crianças pobres vão mal na escola, não conseguem um bom emprego para melhorar de vida e acabam tendo filhos que vão crescer na mesma desvantagem.
Há um custo também para a saúde: crianças pobres são mais suscetíveis a doenças como diabetes, obesidade, dependência química e problemas cardiovasculares.
Caminho com volta
As seqüelas da pobreza no desenvolvimento cerebral, como disse Shonkoff, são profundas, mas não totalmente irreversíveis. Estudos com animais mostram que o cérebro tem “plasticidade” suficiente para se recuperar, se os estímulos positivos para que isso ocorra forem também suficientes. No caso dos seres humanos, esses estímulos podem variar desde um simples programa de leitura ou assistência social até a oportunidade de estudar numa boa escola – onde entram os programas de inclusão para alunos carentes.
Na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), por exemplo, estudantes de escolas públicas que receberam bônus para passar no vestibular se saíram melhor no primeiro ano de estudo do que os alunos “tradicionais”, que não receberam o benefício. Eles tiveram notas melhores em 31 dos 56 cursos avaliados no Programa de Ação Afirmativa e Inclusão Social (Paais) da universidade.
“Quanto mais velho, mais difícil fica voltar atrás, mas não há evidências de que a partir de um certo momento seja tarde demais”, explicou a pesquisadora Courtney Stevens, da Universidade do Oregon.
“O importante é lembrar que, se você quer construir uma boa casa, é melhor investir na fundação do que tentar reformar tudo depois.” Por isso, dizem os pesquisadores, é essencial que a intervenção seja feita de maneira preventiva, o quanto antes na vida da criança.
“Não se trata de altruísmo”, completou Shonkoff. “Isso é um problema econômico tanto quanto social. A educação é o que constrói a capacidade intelectual de um país, que é a base para o desenvolvimento.”
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Março 11, 2008 às 3:18 pm
· Arquivado em educação Infantil ·Tagged educação Infantil, educação, pré-escola, ensino fundamental, professores, escola, seis anos, primeira série, nove anos de ensino fundamental, colégio, aprendizdo, organização educacional, MEC, educação básica, desenvolvimento físico, coordenação motora, planejamento da escola, sala de aula, liberdade da criança, responsabilidade da criança, adaptação, brincadeiras infantis
Por Paulo Araújo
Desde o ano passado, as escolas brasileiras são obrigadas, por lei, a oferecer nove anos de ensino fundamental. Muitos pais ficaram apreensivos com a medida, pois, se antes as crianças de 6 anos freqüentavam a pré-escola, agora elas têm de ser matriculadas no 1º ano. Segundo a educadora Vitória Líbia Barreto, consultora do Proinfantil, curso do Ministério da Educação destinado a professores da educação infantil, a nova lei vai permitir às crianças mais oportunidades de aprender. E você também pode colaborar, em casa, com a adaptação dos pequenos a essa nova organização educacional.
Faça a sua parte:
1. Pergunte è diretora ou à coordenadora pedagógica da escola como a questão está sendo tratada. Lembre-se de que o prazo para a implantação do novo sistema é 2010. No site http://www.mec.gov.br/, é possível ler um documento especial sobre o tema. Clique em “Educação Básica” e depois em “Ensino Fundamental”.
2. Quando completam 6 anos, as crianças estão em pleno desenvolvimento físico e de coordenação motora. Elas estão educando o corpo e os movimentos, formando a identidade e descobrindo o mundo. Investigue se esses tópicos estão presentes no planejamento da escola.
3. Explique ao seu filho que ao ingressar no 1º ano, ele vai encontrar uma sala de aula com espaço físico maior e vai conviver com uma turma mais numerosa. Além disso, haverá menos adultos à disposição (geralmente, só uma professora por turma). Por isso, ele terá mais liberdade e mais responsabilidade para cuidar de si.
4. Ajude seu filho de 6 anos a se adaptar à escola. É importante que ele se envolva nas brincadeiras, tanto em casa quanto na escola, interaja com adultos e outras crianças, explore objetos, viva situações em que a imaginação é desafiada, imite e repita ações e, claro, seja tratado com afetividade e aconchego.
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Março 5, 2008 às 3:22 pm
· Arquivado em educação Infantil ·Tagged educação Infantil, educação, vestibular, ensino fundamental, professores, crianças, brincadeiras, colégio, adolescentes, filhos, educar, brincadeiras pela internet, jogos educativos, histórias infantis, trabalhos escolares, provas escolares, trabalhos e provas escolares, pesquisas escolares, ensino médio, dica para vestibular, aprendizado infantil, resumos, atualidades, professores online, conteúdo seguro
Outro dia estava vendo alguns sites relacionados a educação e achei o Educação 24 horas, que me interessou bastante. Achei legal postar sobre ele aqui.
Pode ser usado por crianças e adolescentes de todas as idades, desde os que acabam de ingressar o colégio, com jogos educativos e historinhas, onde a criança brinca e aprende ao mesmo tempo, até jovens que estão se preparando para o vestibular, com resumos, atualidades, professores online 24 horas por dia, respondendo a todas as perguntas, inclusive de inglês e espanhol.
Fora isso, tem uma parte do site dedicada a pesquisas escolares, na qual ajuda a criança/adolescente a achar conteúdo para trabalhos ou provas.
Tem um conteúdo adequado, o que é bom para os pais, que podem ficar mais tranquilos ao deixarem seus filhos pequenos brincarem na internet. Atualmente é dificil achar um site que seja 100% confiável.
Coloquei uma imagem do site abaixo, com o link para o site.

www.educacao24horas.com.br
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