A influência da brincadeira na socialização da criança

Quanto mais nova a criança, mais individual e egocêntrica é a sua brincadeira. “A essa centração da criança nela mesma, Piaget chama de egocêntrica. Não significando com isso uma hipertrofia da consciência do eu, mas simplesmente uma incapacidade momentânea da criança de descentrar-se, isto é, colocar-se em outro ponto de vista que não o próprio”. (Freire, J.B, 1992).

À medida em que a criança interage com os objetos e com os outros, vai construindo relações e conhecimentos a respeito do mundo em que vive, porém, nesta fase, esse conhecimento ainda não é suficiente para que a criança estabeleça relações de grupo.

Essa autocentração é característica nas crianças quando ingressam nas classes de Educação Infantil. Aos poucos, a escola e a família, em conjunto, devem favorecer uma ação de liberdade para essa criança e, desta forma, o processo de socialização se dará gradativamente, através das relações que ela irá estabelecer com seus colegas na escola.

Para que isto ocorra, a criança não deve sentir-se bloqueada, nem tampouco oprimida em seus sentimentos e desejos. Suas diferenças e experiências individuais devem, principalmente na escola, ter um espaço relevante sendo respeitadas nas relações com o adulto e com as outras crianças.

Brincando em grupo as crianças envolvem-se em uma situação imaginária onde cada um poderá exercer papeis diversos aos de sua realidade, além do que, estarão necessariamente submetidas a regras de comportamento e atitude.

A brincadeira e o jogo receberam atenção, também, dos teóricos da vertentes Histórica-Cultural. Segundo Leontiev (1988), é através da atividade lúdica que a criança desenvolve a habilidade de subordinar-se a uma regra. Dominar as regras significa dominar o próprio comportamento, aprendendo a controlá-lo e a subordiná-lo a um propósito definido. (1988,p.139).

O auto-controle interno sobre o conflito, entre seu próprio desejo e a regra da brincadeira, é uma aquisição básica para o nível da ação real da criança e de sua moralidade futura

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Alunos da rede estadual de SP farão simulado do Enem.

Cerca de 545 mil estudantes do ensino médio da rede estadual farão amanhã um simulado para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que será aplicado no dia 31 de agosto. O Enem é um exame federal aplicado pelo MEC (Ministério da Educação) e que conta pontos em diversos vestibulares.

Segundo a secretaria, a prova foi elaborada pela pasta e segue o banco de dados de questões do Enem dos anos de 2005, 2006 e 2007, “usando os critérios de habilidades articuladas com as competências gerais”, como informa a nota.

Os alunos do curso diurno responderão amanhã a uma prova com redação e questões objetivas. Já os que estudam no período noturno farão as questões objetivas amanhã e responderão à redação nesta quinta-feira.

A secretaria divulgou ontem a data da matrícula antecipada para alunos de 1ª a 8ª série do ensino fundamental. Será de 27 de agosto a 29 de setembro. Os que estão na rede terão matrícula automática.

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Os Níveis da Alfabetização

PRIMEIRO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO I


Nesse nível o aluno pensa que se escreve com desenhos. As letras não querem dizer nada para ele. A professora pede que ele escreva “bola”, por exemplo, e ele desenha uma bola.

SEGUNDO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO II


O aluno já sabe que não se escreve com desenhos. Ele já usa letras ou, se não conhece nenhuma, usa algum tipo de sinal ou rabisco que lembre letras.
Nesse nível o aluno ainda nem desconfia que as letras possam ter qualquer relação com os sons da fala. Ele só sabe que se escreve com símbolos, mas não relaciona esses símbolos com a língua oral. Acha que coisas grandes devem ter nomes com muitas letras e coisas pequenas devem ter nomes com poucas letras. Acredita que para que uma escrita possa ser lida deve ter pelo menos três símbolos. Caso contrário, para ele, “não é palavra, é pura letra”.

TERCEIRO NÍVEL → SILÁBICO

O aluno descobriu que as letras representam os sons da fala, mas pensa que cada letra é uma sílaba oral. Se alguém lhe pergunta quantas letras é preciso para escrever “cabeça”, por exemplo, ele repete a palavra para si mesmo, devagar, contando as sílabas orais e responde: três, uma para “ca”, uma para “be” e uma para “ça”

QUARTO NÍVEL → ALFABÉTICO


O aluno compreendeu como se escreve usando as letras do alfabeto. Descobriu que cada letra representa um som da fala e que é preciso juntá-las de um jeito que formem sílabas de palavras de nossa língua.

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Educação terá mais 21.730 vagas para ensino fundamental e médio.

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Educação terá mais 21.730 vagas para ensino fundamental e médio

Depois de aprovar a criação de 3.375 cargos no ensino superior, o Plenário do Senado autorizou também na quarta-feira (2), mais 21.730 vagas, totalizando 25.105 novas oportunidades para a área de educação.

Do total, 12.300 cargos são para professor de ensino fundamental e médio, a serem distribuídos em instituições federais de educação profissional e tecnológica. Os outros 9.430 são para técnico-administrativos.

Os dois projetos seguem agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo o MEC (Ministério da Educação), hoje há 12.664 professores para 173 mil estudantes nas 185 escolas da rede federal de educação profissional, que oferecem cursos de nível médio e superior.

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Zona leste, os extremos da educação em SP.

O desempenho em leitura e matemática dos alunos das escolas municipais de ensino fundamental (Emefs) em São Paulo varia de acordo com o bairro. Na Zona Leste encontram-se os extremos. Os colégios da Penha e de Itaquera estão entre as cinco regiões com as maiores médias na Prova São Paulo (exame aplicado pela primeira vez em novembro para alunos de 2ª, 4ª, 6ª e 8ª séries). Já em Guaianases, na mesma região, se encontram as escolas com os piores desempenhos.


Os dados fazem parte do ranking, obtido pela reportagem, que traz as médias das escolas das 13 regiões da capital paulista. As escalas da prova variam de acordo com a série.


A média das unidades da Penha em matemática na 8ª série, por exemplo, foi a mais alta da cidade: 258,3 (numa escala de 0 a 375). Guaianases foi a região que registrou a média mais baixa: 241,3.


Além da Penha, os alunos das Emefs de Itaquera (zona leste), Ipiranga (zona sul) e Jaçanã-Tremembé (zona norte) lideraram a lista com os melhores desempenhos.


A especialista em políticas públicas da Educação da PUC-SP, Maria Angela Barbato Carneiro explica alguns motivos que proporcionam as diferenças entre as regiões. “Em geral, quanto mais se aproximam do centro, melhores são as escolas porque fatores como falta de segurança e de infra-estrutura geram maior rotatividade de professor”, diz.


Para ela, os professores não podem ser responsabilizados. “A culpa não é do professor. Ele precisa ter incentivos para se fixar nessas escolas nas regiões mais distantes, ter melhor salário e salas de aula com boa infra-estrutura.”


A especialista em alfabetização da USP, Silvia Colello, também ressalta que o nível cultural dos pais tem impacto direto na aprendizagem das crianças. “A educação vai além da escola. É preciso analisar o antes, durante e depois das aulas”, afirma.


DESAFIOS NA PERIFERIA


Segundo Romildo Rodrigues, conselheiro do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem), que dá aula em Guaianases, há dois motivos que levaram os colégios da região a terem os piores desempenhos na Prova São Paulo: a questão socioeconômica e a reorganização realizada recentemente nas escolas para atender a demanda. “Itaquera e Penha ficam na zona leste, mas têm condição socioeconômica mais elevada. Não é dizer que alunos de regiões mais pobres não aprendem, mas o acesso a oportunidades como livros e viagens dá mais repertório para a criança”, afirma.


Ele cita que as escolas da região tiveram de improvisar espaços para atender a alta demanda. “Tem escola que teve de fazer quatro intervalos porque todos os alunos não cabem no pátio de uma só vez”. A Diretoria Regional de Guaianases, órgão ligado a Prefeitura, não quis se manifestar.

Já a representante da Diretoria Regional de Ensino Campo Limpo, zona sul, que também ficou entre as regiões com pior desempenho, concedeu entrevista. “Mesmo não estando entre os melhores, nossos colégios estão no caminho certo, o trabalho é reconhecido pela comunidade e damos ênfase à formação de professores”, disse Sandra Lacerda, diretora da divisão técnico-pedagógica da região.

DESEMPENHO

A Secretaria Municipal de Educação informou ser contra a política de classificação de desempenho na Prova São Paulo e por isso não divulga a lista com as notas da rede por escolas ou por região. A reportagem solicitou entrevista com o secretário Alexandre Schneider, mas não obteve retorno.

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Secretária de SP chama professores substitutos; sindicato pede mandado de segurança.

Cervejaria patrocina festa junina no Colégio Santa Cruz, em São Paulo.

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Secretaria de SP chama professores substitutos; sindicato pede mandado de segurança

A Secretaria da Educação de São Paulo liberou todas as escolas estaduais para chamada de professores eventuais, que cobrem faltas diárias de concursados e temporários. A medida pretende garantir que os cerca de 5 milhões de estudantes da rede não fiquem sem aula nas cerca de 5.500 escolas. Para o sindicato, a medida fere o direito de greve da categoria.

Há duas semanas, a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino do Estado de São Paulo) decretou paralisação nas escolas. Segundo a Secretaria, na quarta-feira (25) todas as escolas receberam comunicado liberando a chamada dos eventuais. Quase 20 mil substitutos estão cadastrados nas 91 diretorias de ensino.

Por causa da chamada, a Apeoesp entrou na Justiça com um mandado de segurança coletivo em defesa do direito de greve da categoria. Em nota, o sindicato informou que “a Lei Federal 7783/89, em seu parágrafo 2º do artigo 6º, dispõe que ‘é vedado as empresas adotar meios para constranger o empregado ao comparecimento ao trabalho, bem como capazes de frustrar a divulgação do movimento’”.

Para o coordenador de recursos humanos da Secretaria, Jorge Sagae, é preciso garantir a aprendizagem. “É dever das escolas convocar os eventuais para cobrir as faltas dos professores, garantindo que os alunos tenham seu direito às aulas assegurado. Não tem como a direção da escola saber se o professor está faltando ou está em greve”.

O comunicado do Estado foi gerado após questionamento das escolas e diretorias de ensino à Secretaria. Segundo nota divulgada pelo órgão, os professores eventuais já estão cadastrados na Secretaria e irão cobrir apenas as faltas diárias, sendo garantida a volta ao trabalho dos educadores que estiverem em greve. “Os direitos e garantias dos professores da rede estão garantidos”, diz o comunicado.

Faltas descontadas

A Secretaria estima que entre 4.000 e 10 mil professores têm faltado diariamente, em média, desde o anúncio da greve. A rede tem cerca de 230 mil professores concursados e temporários. Diariamente, segundo a pasta, cerca de 10% deixavam de dar aulas antes da greve.
Durante a greve, os professores que faltam têm o dia descontado, o que, além de redução no salário, influi em benefícios futuros, como bônus-merecimento. Com a chegada dos eventuais para cobrir as faltas, os professores não precisarão repor aulas, já que os alunos têm cobertura dos eventuais.

Na manhã desta sexta (27), foi realizada uma audiência de mediação agendada pelo Ministério do Trabalho para representantes do sindicato e da Secretaria Estadual da Educação. À tarde, uma assembléia deve decidir os rumos da greve dos professores da rede estadual de ensino. Eles se reunirão no vão do Masp, na avenida Paulista, e devem seguir em passeata logo depois.
A greve dos professores começou no dia 16 de junho. No centro da discussão entre a categoria e o Estado está o Decreto 53.037, publicado no fim de maio no Diário Oficial.

Segundo a Apeoesp, mais de 80% das escolas estaduais aderiram à paralisação. O governo rebate o número e diz que menos de 2% da categoria está de braços cruzados.

Cervejaria patrocina festa junina do colégio Santa Cruz, em SP


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Cervejaria patrocina festa junina do colégio Santa Cruz, em SP

O grupo Schincariol –empresa de bebida responsável por três marcas de cerveja– foi um dos patrocinadores da festa junina do colégio Santa Cruz (zona oeste de São Paulo) no último sábado.

No palco com shows, havia o logotipo da marca de cerveja Nova Schin, revela a reportagem. Ao evento –que teve 134 patrocinadores– houve a doação de água, sucos e refrigerantes. Toda a renda da venda no local das bebidas e de outros produtos foi revertida a um fundo social do colégio.

A reportagem revela ainda que adolescentes que estavam na festa conseguiram comprar cerveja sem objeções dos responsáveis pelas barracas. Procurada, a direção do colégio não se manifestou até a noite de ontem.


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Educação melhora, mas nível continua baixo no Brasil, mostra Ideb.

A média dos estudantes brasileiros no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) cresceu em todas as etapas do ensino médio, entre 2005 e 2007, segundo o MEC (Ministério da Educação). Apesar do aumento nas notas, as médias continuam baixas.

Entre as quartas séries, as médias aumentaram de 3,8 para 4,2. Na oitava série, de 3,5 para 3,8 No ensino fundamental está o pior quadro: a média subiu apenas um décimo, de 3,4 para 3,5.

Apesar de resultados baixos, o MEC considera que há avanços devido à superação de metas. Segundo a pasta, a expectativa de nota para as quartas séries, oitavas séries e ensino médio eram de 3,9, 3,5 e 3,5, respectivamente. As notas vão de zero a dez.

As regiões Norte e Nordeste, que tinham as menores notas, obtiveram também as maiores variações, mas mantém as notas baixas. O ensino médio da região Norte, por exemplo, não conseguiu passar dos três pontos, ficando no patamar de 2,9, mesmo número de 2005 e meta para esse ano.

O Ideb avalia todas as unidades da federação foram avaliadas nos três níveis, gerando 81 índices. Destas, apenas duas foram iguais a 5,0 –as dos estudantes de quarta série do Paraná e do Distrito Federal. Nenhuma passou da metade dos pontos possíveis.

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Sono ruim pode levar as notas baixas na escola


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Sono ruim pode levar às notas baixas na escola

Notas baixas na escola podem estar ligadas a um sono insuficiente. Um estudo conduzido pela Universidade de Kentucky também relacionou uma noite se dono ruim com graves problemas emocionais e de comportamento, incluindo o TDA/H (Transtorno do deficit de Atenção/Hiperatividade) e a falta de motivação para o estudo.

E, para os pais que querem ajudar os filhos a dormir melhor – o que significa, no mínimo, nove horas de sono por noite, para um adolescente -, um aviso: o computador pode estar relacionado às noites mal dormidas.

A Academia Americana de Medicina do Sono oferece algumas dicas para quem quer ter uma boa noite de sono:

- Siga uma rotina noturna consistente.
- Evite comidas ou bebidas que contém cafeína e medicamentos estimulantes na hora de dormir.
- Não fique acordado a noite inteira estudando para uma prova ou fazendo a lição de casa.
- Mantenha computador e TV fora do quarto.
- Não vá para a cama faminto, mas também não coma muito antes de dormir.
- Evite exercícios físicos pesados seis horas antes de ir dormir.
- Mantenha o quarto quieto, escuro e com uma temperatura fresca.
- Acorde na mesma hora todos os dias.

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Em SP, melhor escola estadual no Enem está na 913ª posição

A escola mais bem colocada ligada à Secretaria de Educação é a Professor Angelo Martino, em Ibitinga (347 km de SP), que está atrás de 849 particulares, 62 técnicas públicas (57 estaduais, 3 federais e 2 municipais) e da Escola de Aplicação da Faculdade de Educação, ligada à USP e que figura na modesta 824ª colocação.

Os colégios estaduais correspondem a 71% do universo avaliado. Dezenove pontos, numa escala de zero a cem, separam o melhor particular no exame, o Vértice (81,67), da Angelo Martino (62,46) –a Escola de Aplicação da USP teve 63,4.

A diferença entre ela e a pior estadual –a Shiguetoshi Yoshihara, em Presidente Epitácio (655 km de SP)– é de quase um terço da prova, ou 28 pontos.

Foi considerada a média da redação e das questões de múltipla escolha, com a aplicação de um fator de correção –fórmula matemática para evitar que escolas com menor número de alunos que fizeram Enem tenham a nota distorcida.

Os resultados das escolas paulistas no exame mostram ainda, mais uma vez, o abismo entre a rede pública e a privada. Nenhum colégio estadual regular alcançou a média da rede privada (64,1) e 71% tiveram média no exame menor do que 50% –entre os particulares, o índice foi de 0,6%.

Mesmo na rede pública, o desempenho é desigual. Metade das escolas do Estado não alcançou a média nacional da rede pública, de 48,081 pontos.

Na avaliação do presidente do Inep (instituto de pesquisa ligado ao Ministério da Educação), Reynaldo Fernandes, o Enem não avalia a qualidade da escola, mas o desempenho dos alunos, que, disse ele, depende também do contexto socioeconômico e da experiência familiar. “Se você pegar a melhor escola privada e colocar os alunos da periferia, o desempenho será diferente”, diz. “A comparação deve ser feita entre escolas com público semelhante.”

Para Jorge Werthein, diretor-executivo da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana, um dos fatores para o mau desempenho é o aumento do número de matrículas no Estado na última década, que levou à escola parcela da população que estava fora.

Para Carlos Ramiro, presidente da Apeoesp (sindicato dos professores estaduais), não se pode ver os resultados do Enem como um “embate” entre a rede pública e a privada. Ele cita como prova disso o bom desempenho obtido pelos colégios técnicos.

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